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Por Du Barreto
O grande mal
Hoje em dia, temos presenciado tantas violências contra a ordem social que estamos ficando anestesiados com os crimes bárbaros, o consumo de drogas e os desvios de conduta dos nossos governantes. Talvez esta sensação de anestesia seja uma auto defesa do nosso organismo diante de tantas atrocidades e imoralidades que nos atingem. Por outro lado, não podemos aceitar tudo isso porque a anestesia apenas tira a dor, física ou emocional, enquanto os fatos reais continuam.

Estão ficando banais (comuns) as chacinas, os assassinatos e consumo de drogas em praças públicas, além da desfaçatez dos políticos e seus comparsas infiltrados nas polícias e na imprensa. O filme Tropa de Elite 2 bateu recordes de audiência porque mostrou o que o povo sabe mas tem medo de denunciar: a corrupção de políticos, de policiais e de comunicadores. E, assistindo ao filme, o povo vibrava e aplaudia intensamente quando o Coronel Nascimento prendia políticos, policiais e comunicadores, todos corruptos . De tudo isso, decorrem algumas certezas: grande parte dos crimes e violências vem por motivos ligados as drogas e estas circulam com certa facilidade por praças, morros e prisões devido a postura corrupta de políticos, policiais e comunicadores da imprensa, pela omissão, negligência e conivência daqueles que nos deveriam liderar, proteger e orientar. Ou seja, a corrupção é a mãe destas condutas. Nas pequenas cidades o sistema de corrupção restringe-se mais aos políticos e radialistas/jornalistas.

Alguns políticos desviam dinheiro do Poder Público, certos policiais pegam propina do próprio tráfico de drogas e, por sua vez, determinados radialistas/jornalistas são pagos com dinheiro podre para dizer que os políticos estão governando as mil maravilhas. Por conseqüência, os gestores de segundo escalão da estrutura pública, vendo o “exemplo que vem de cima”, ficam sem os devidos meios morais para cumprir exemplarmente sua funções, como por exemplo nas áreas administrativa, de saúde e de educação, as quais acabam gerando serviços de baixa qualidade à população. A verdade é muito clara: se no poder público faltar o componente moral, tudo se desmonta.

O que é a corrupção? Em geral, é a maneira ilícita com que o agente subtrai dinheiro ou vantagens em prejuízo do interesse público. Uma de suas práticas é quando um político monta cartas convites, tomadas de preços, pregões ou concorrências com editais direcionados a certas empresas e estas lhe pagam propina, tudo combinado antes; quando o policial faz “entendimentos” com os marginais e quando os radialistas/jornalistas, recebem dinheiro para defender ou enaltecer certos políticos. Na verdade, a corrupção é uma forma vil, repugnante e traiçoeira de violentar o direito das pessoas e da comunidade. O político que desvia dinheiro da educação, por exemplo, comprando equipamentos desnecessários ou superfaturando obras, comete uma traição contra crianças indefesas, seres inocentes, pois está a furtar aquilo que legalmente pertence a elas. O político que assim age tem um caráter desprezível, pois, quem trai está enganando, iludindo e falseando com o direito dos demais. E o que é pior, as pessoa depositaram sua boa fé nestes políticos. Da mesma forma, os empresários que fazem parceria com os políticos corruptos cometem o mesmo crime.

Ao longo da história milenar, os homens de bem, os idealistas e os jovens fizeram revoluções sociais na luta por direitos inalienáveis a natureza humana, tais como: a luta pela liberdade, pela democracia, contra a escravidão, pelo voto feminino, pela igualdade, pela ética, etc...cujas situações opostas eram os males de suas épocas. Se analisarmos bem, a corrupção é um mal que devora todas estas conquistas. Por oportuno, nesta Semana Santa, também é hora de refletirmos em dois mandamentos da Lei de Deus: não roubar e não dar falso testemunho. Pois, em essência, o corrupto age subtraindo o que é público e mentindo em suas opiniões. Ao refletir nestes dois mandamentos, os cidadãos de bem precisam agir fiscalizando e denunciando para que o bem prevaleça sobre o mal. Se certos políticos e radialistas/jornalistas seguissem estes dois mandamentos jamais haveria a corrupção, o grande mal.

TURISMO - O Ministério do Turismo (MTur) fez um mapeamento do Turismo Religioso no Brasil e identificou que 344 Municípios brasileiros possuem oferta dessa categoria de Turismo. Desses, 177 possuem calendário de eventos religiosos. O levantamento também identificou 96 produtos turísticos, prontos para comercialização, de norte a sul do país. O turismo religioso caracteriza-se pelas atividades turísticas decorrentes da busca espiritual e da prática religiosa em espaços e eventos relacionados às religiões institucionalizadas. O segmento é, ao lado do Turismo Cívico, do Turismo Étnico , do Turismo Místico e Esotérico, um dos nichos do Turismo Cultural no Brasil. Os gestores municipais devem ficar atentos a esta possibilidade e verificar as suas potencialidades neste segmento, informando-se sobre o que precisa ser feito e quais os benefícios de se investir no turismo. As ações na área do Turismo são bastante diversificadas e todas podem tornar o Município mais conhecido e desenvolvido. Além da categoria religiosa, alguns segmentos são, por exemplo, Turismo Rural, Ecoturismo, Turismo de Aventura, Turismo de Esportes, Turismo Náutico, Turismo de Negócios e Eventos, Turismo de Pesca, Turismo de Estudos e Intercâmbio. A cidade de Jaú, por exemplo, foi onde o primeiro Santo Brasileiro, Frei Galvão, realizou o seu segundo milagre como consta do seu processo de beatificação no Vaticano. Este é um motivo muito forte para se desenvolver o turismo religioso. E assim, outras cidades que juntas fazem seus caminhos da fé, poderiam explorar esta atividade. FICHA LIMPA PARA OS CARGOS EXECUTIVOS.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, conheceu dia 20 de abril pp, os termos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 11/2011, que estende os requisitos de inelegibilidade previstos na Lei Complementar número 135, de 4 de junho de 2010 - mais conhecida como Ficha Limpa - aos cargos do Executivo. A proposta foi apresentada a Ophir por seu autor, o deputado federal Sandro Alex (PPS/PR), em reunião no gabinete da Presidência da OAB. Entre os pontos principais da PEC, que, após receber 220 assinaturas, já tramita na Câmara dos Deputados, estão a extensão das exigências da Lei Ficha Limpa às pessoas que assumirem cargos de ministro de Estado, funções de confiança, cargos em comissões e empregos de livre nomeação em autarquias e outros órgãos. Ophir Cavalcante remeterá a PEC para estudo pela Comissão de Estudos Constitucionais da entidade e, posteriormente, ao plenário da OAB. Ophir ainda afirmou ao parlamentar que recentemente o Conselho Federal da OAB incorporou os princípios e valores da Lei Ficha Limpa à legislação que rege as eleições para os dirigentes da entidade, alterações essas que ainda serão enviadas para votação no Congresso Nacional.

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